quinta-feira, 5 de abril de 2012

3 EM OSASCO


Há tempos estou devendo uma intervenção aqui em Oz (Osasco), então prá compensar a demora coloquei três trabalhos no centro da cidade.

Começando pela Primitiva Vianco:
 
  
 

  


Depois uma no calçadão:






E por último uma na Estação Osasco da CPTM:
 

 




Uma mãozinha curiosa apareceu e se interessou pelo trabalho:



Depois de conferir o que era resolveu deixar por lá mesmo e seguir seu caminho:


 




Depois de um tempo alguém derrubou, sem querer, e o trabalho se partiu em dois:
 

 

 


Não tem problema, vou colar e voltar a colocar nas ruas de Oz mas vou tomar a precaução de escolher um lugar que as pessoas não trombem com ele.




domingo, 1 de abril de 2012

1º DE ABRIL

Revolução, Milagre Econômico, Ditabranda...
Há quem prefira essas mentiras mas também tem quem não as engula:

Nota de repúdio à violência e à celebração do Golpe de 1964

O Cordão da Mentira vem por meio desta repudiar o evento de celebração do golpe militar de 1964, realizado no Círculo Militar do RJ, e a ação violenta da Polícia Militar do RJ contra os manifestantes no dia 29/3/12.
O Cordão classifica tais acontecimentos como, no mínimo, lamentáveis.
O Cordão da Mentira, assim como os manifestantes de diversas correntes políticas no RJ, denuncia algo grave: “A ditadura não acabou!”, 48 anos após o golpe, ainda sofremos com as heranças jurídicas, sociais e culturais deixadas por esse período. Herança esta que perpetua o terrorismo de Estado e que pode ser sintetizada pela palavra violência. A dita não foi branda e persiste apoiada não somente em setores militares, mas também em setores empresariais, midiáticos, dentre outros da sociedade civil, que juntos cometeram atrocidades em todo o país. 
Torturaram, mataram e reprimiram a população brasileira como um todo. 
Suas vítimas não foram só aquelas que contestavam a ordem, mas qualquer pessoa que não se alinhasse aos interesses espúrios da ditadura civil-militar.
Ao contrário dos outros países latino-americanos, no Brasil não houve justiça de transição. Os responsáveis por crimes como tortura e desaparecimento de corpos, de lesa humanidade, não foram julgados. O Estado brasileiro não investigou os crimes cometidos durante a ditadura, mesmo tendo sido internacionalmente condenado pela OEA por esse motivo. Isso demonstra que os interesses que levaram os militares ao poder continuam fortes e operantes no cenário político. Não satisfeitos, os militares ainda resolveram satirizar a sociedade brasileira em mais uma 
confraternização de celebração. Perguntamos a eles, o que devemos celebrar?
Após 25 anos do fim da ditadura, o que nos resta? Calar-nos frente às comemorações e aos elogios feitos à ditadura militar pelos oficiais? Devemos conviver diariamente com o discurso apaziguador feito pela grande mídia? Temos de sentir vergonha das lágrimas que 
derramamos pelos queridos e queridas no passado e no presente? 
Resta-nos a solidão por acreditarmos em uma sociedade democrática?
Para nós, restou a resignação ou a bala. Nas manifestações, balas de borracha e armas de choque. Nas periferias, balas com pólvora e chumbo.
A ditadura não acabou! Não ficaremos calados! 
Se a farsa continua, continuaremos a exigir o direito à justiça e à verdade.
Cordão da Mentira




O bloco foi prá rua.
O Cordão da Mentira passou por locais que foram paradigmas durante
o regime militar até chegar ao Galpão do Folias



Foi lá que também deixei minha contribuição.

 








Depois da encenação no Galpão o Cordão da Mentira retomou seu trajeto





E o Galpão do Folias "herdou" a escultura



quinta-feira, 22 de março de 2012

A ANTÍTESE DA CONTESTAÇÃO



A rebeldia
 

A repressão
 


A dialética



O cenário; 
Acesso da passagem subterrânea no início do Viaduto do Chá em São Paulo
 
 



 Nunca havíamos mudado uma peça de lugar mas desta vez achamos 
que deveria ficar em em lugar mais alto.
 Então ela foi parar na esquina.
 





E logo apareceu alguém que a levou








terça-feira, 13 de março de 2012

FRESH STUFF - LUZERN


Em Lucerna (Luzern, para os nativos), bem no meio da Suiça,  uma "postadinha" feita pela Bia (na última foto).



 

Thanks Bia, thanks Dankas, não tenho palavras.


 A cidade "by Google Maps":



 


Mais sobre a cidade:

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Uma intervenção em Osasco no Oito de Março para lembrar das mulheres que sofreram tortura ou morreram durante o regime militar e que até hoje não viram nenhuma punição aos responsáveis








E a original em terracota:


Osasco é a cidade que sofreu um dos ataques mais brutais da mídia simplesmente por fornecer grande parte dos militantes que atuaram para derrubar a ditadura militar.
Intervenção pelo Dia Internacional da Mulher e pelos 50 anos da cidade de Osasco.


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